Coordenação Artística

Cláudio Pais Ferreira, natural de Canelas – Estarreja, iniciou os estudos musicais na Banda Bingre Canelense, prosseguindo a sua formação em trombone no Conservatório de Música de Aveiro. Seguidamente ingressou na ARTAVE onde concluiu, em 2005, o curso de Instrumentista de Sopro.

Licenciou-se em Trombone com o professor António Santos e concluiu o Mestrado em Pedagogia do Instrumento na classe de trombone do professor Jarrett Butler. Possui ainda um segundo mestrado em Teoria e Formação Musical.

Participou em diversas masterclasses e estágios de orquestra com pedagogos e maestros de renome, entre os quais Severo Martinez, Hugo Assunção, Alexandre Vilela, Ricardo Casero, Jon Etterbeck, António Saiote, Christopher Bochmann, Osvaldo Ferreira, Ernst Schelle, Jean-Sábastien Béreau e Jean-Marc Burfin. Colaborou ainda com diversas orquestras, como a Orquestra Clássica da Madeira e a Orquestra do Algarve.

Como professor, lecionou as disciplinas de trombone, formação musical, coro e orquestra em diversas escolas, entre as quais a Academia de Música do Fundão e Academia de Música de Arouca.

Presentemente é docente do Conservatório Regional de Música de Viseu, Dr. José de Azeredo Perdigão, onde leciona as disciplinas de trombone, formação musical e orquestra.

Enquanto maestro, dirigiu pela primeira vez uma orquestra com apenas 20 anos.

Frequentou cursos de direção com os maestros Alberto Roque e Pascual Vilaplana.

Foi maestro da Sociedade Musical Cultura e Recreio de Paços de Vilharigues entre 2008 e 2012, sendo, desde então, maestro da Banda União Musical Pessegueirense.

Atualmente frequenta o Mestrado em Direção com o maestro Ernst Schelle na Universidade de Aveiro e encontra-se também a aperfeiçoar a técnica de direção com o maestro Pedro Neves.

É regularmente convidado por diferentes entidades para orientar estágios de orquestra e banda, quer como professor de naipe, quer como maestro. Neste âmbito, colabora de forma assídua com os municípios de Trancoso, Mêda, Moimenta da Beira e Aguiar da Beira, que, em associação, organizam diversos estágios de orquestra, dos quais é o maestro responsável.

Tem vindo a dirigir um número crescente de concertos em importantes locais e salas, nomeadamente em Viseu, Açores, Lisboa, Porto – Casa da Música, Salamanca, entre outros.

Recentemente dirigiu, como maestro convidado, a Orquestra Filarmonia das Beiras, sendo hoje a grande esperança da Filarmonia em Portugal, da Filarmónica de Santa Comba Dão, e de Santa Comba Dão com o seu importante Conservatório de Música e Artes do Dão e mais as suas duas magníficas Filarmónicas, a Sociedade Filarmónica Fraternidade de S. João de Areias e a Sociedade Filarmónica Lealdade Pinheirense, de Pinheiro de Ázere, de que muito se orgulha e que faz crescer o valor da música e do desenvolvimento territorial e intangível de crescimento cultural.

Viva Santa Comba Dão,

VIVA PORTUGAL.